paixão da educação

a história de um lento regresso à escola, contada pelo 'próprio'

sábado, novembro 06, 2004

Entrevista ou Questionário: modo de usar

Não se trata de uma entrevista, em termos formais, nem o blog é um jornal. Digamos que se trata de um questionário enviado por correio electrónico e recebido na volta do correio alguns dias depois. O tratamento do texto procura torná-lo mais legível num formato que não é o da folha de jornal mas o da coluna de um blog.

As respostas do Luís Palma de Jesus podem ser lidas de várias maneiras. A totalidade do questionário encontra-se, numa versão linear e sem interrupções, no [Archivos da paixão], o nosso blog auxiliar. Aí pode ser lido apenas na sua versão de texto, clicando para tal nos títulos com que abre o post anterior. Nesse post, que se encontra imediatamente abaixo deste, encontramos uma parte substancial do questionário. O leitor pode iniciar aí a leitura, até ao link que o remeterá para a sua continuação, uma vez mais no [Archivos]. Se preferir fazer uma leitura mais temática pode clicar em cada um dos diversos entretítulos e aceder a excertos do questionário em posts nos [Archivos da paixão]. Se quiser fazer uma leitura a partir dos destaques, e pretender conhecer melhor o seu enquadramento, basta clicar sobre cada um deles, no final da matéria.

Não queremos fazer trabalho de jornal ou de revista, naquilo que é apenas a página infinita do blog, onde os protocolos de leitura são distintos dos que adoptamos para a imprensa escrita. Gostaríamos, no entanto, numa perspectiva do que interessa à escola, divulgar aqui, no fim de cada semana, um projecto, uma experiência pedagógica, uma conversa ou as respostas a um questionário, como é o caso – explorando todas as possibilidades que este formato nos permite.

Para começar deixámos já aqui a expressão da nossa curiosidade acerca de um projecto, que muitos seguramente já conheceriam, e que alarga o horizonte da escola para além dos limites das suas salas. E com essa deriva o professor Luís Palma de Jesus encontra um bom pretexto para ensinar Geografia e responder aos propósitos da Área de Projecto. Outras histórias se seguirão, se a nossa curiosidade não esmorecer.